ps:n foi meu pai q morreu, eu so estou descrevendo o q o meu amigo descreveu.
algumas coisas estranhas que aconteseram na morte de meu pai a morte do meu pai, ocorrida dia 01/06/11.
Primeiro que a morte do meu pai foi muito estranha, pois ele sofria de várias doenças (cardiopata, já foi operado do coração 2 vezes - diabetes - hipertensão - problemas vasculares no corpo inteiro - obesidade - tomava 25 comprimidos por dia). E acreditem se quiser, ele faleceu de infecção generalizada provocada por uma pneumonia adquirida em uti. Foi internado com um simples vômito!!!!! E saiu no caixão!
No velório ele parecia que estava dormindo (tenho fotos tiradas dele no caixão, e ele parece dormindo e sorrindo). Abri os olhos dele no velório também, e fui muito criticado por isso. Fiz isso para averiguar se os olhos dele estavam mesmo vitrificados, sintoma de morte. Beijei muito ele no caixão também.
Após a morte dele, já vi um vulto acinzentado saindo do quarto da minha mãe em uma manhã, e o vulto caminhava do mesmo jeito que ele fazia quando saia do quarto. Ele acordava bem cedo. Já escutei acenderem e apagarem a luz do corredor (isso foi a uma semana atrás). Minha mãe já o viu no quarto também, de madrugada, com a mesma roupa com a qual foi enterrado. O ventilador do quarto da minha irmã ligou sozinho de madrugada, e o computador notebook dela desligou sozinho durante a madrugada (e ele não estava programado para isso) quando ela esqueceu um dia o computador ligado e adormeceu. Escuto também barulhos estranhos pela casa de madrugada, coisas se movendo, mas quando vou ver, tudo está no seu lugar.
Confesso que não tenho medo de nada disso, pois sei que meu pai está aqui conosco. Aliás, estou planejando passar uma noite no cemitério onde ele está inumado, munido de um gravadorzinho mp4 que grava e tira fotos, para gravar e documentar em fotos vultos, evp's etc etc. Não tenho medo de cemitério. Tenho medo dos vivos. Aliás, já fui inúmeras vezes no cemitério, e em uma das vezes senti o cheiro da decomposição do corpo do meu pai. Parecia um cheiro de gás de cozinha, mas meio ácido e pútrido. Neste dia nem jantei. Esqueceram as duas lajotas um pouco separadas, lajotas que fecham a sepultura onde têm 4 gavetas, e meu pai está na gaveta lá embaixo. As outras 3 gavetas já estão reservadas para minha mãe e para mim. Minha irmã quer ser cremada, e minha sobrinha é novinha (14 anos).
Tenho muita saudade do meu pai. Minha irmã foi em uma vidente, e a vidente viu meu pai do lado de uma senhora que a vidente descreveu, e a descrição combina exatamente com a minha avó paterna (mãe do meu pai). E quando a vidente perguntou ao meu pai se a morte dele foi erro médico (coisa que eu suspeitava), ele fêz um gesto negativo com a mão. A vidente reproduziu certinho esse gesto que meu pai estava fazendo no mundo astral sem nunca ter visto meu pai fazer esse gesto! Só meu pai fazia desse jeito esse gesto! Minha irmã começou a chorar... Sinto muita saudade dele, embora eu sempre tenha sido mais ligado com minha mãe, mas sinto muito a falta dele, e acho a morte dele uma morte estúpida, pois era cheio de doenças e não morreu por causa de nenhuma!!!
A vidente também fez uns cálculos numerológicos, e a soma dos algarismos da data de nascimento e da morte dele são iguais!!! A vidente disse que a hora dele tinha chegado mesmo. Eu cheguei a acreditar que a morte dele foi resultado de alguma magia negra, já que tenho alguns desafetos por aqui que mexem com isso, mas sei me defender, pois mexo com ocultismo também. Claro que não faço mal a ninguém, mas nem todos pensam assim, infelizmente. Até aqui meu relato.
Se alguém achar meu relato ridículo, lembre-se que eu sou excêntrico, não tenho papas na língua, e peço por favor que pelo menos respeitem a morte do meu pai e a minha dor pela ausência dele. Já quanto a mim, podem falar o que quiser, que eu sou louco, que eu sou maluco, pois eu não ligo para o que os outros pensam de mim.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
mulher de branco
Parecia uma noite qualquer, um fim de inverno que antecede a primavera. Eu e três amigos estávamos voltando de uma festa, uma noite clara com lua cheia e clima confortável, duas horas da madrugada, apesar do cheiro de bebidas e o desconforto da possível ressaca do dia seguinte, tudo perecia bem. Em um opala preto, quatro portas, ano 78 seguíamos pela via Estrutural, pista que dá acesso à DF 001 para Brazlândia. Quando entramos na DF 001 sentimos um alívio que acontece quando estamos no caminho certo para chegar em casa e descansar. A sonolência e o cansaço tomavam conta de todos, tentei não adormecer para garantir nossa chegada sem acidente. Quando passamos próximo ao Parque Nacional de Brasília, no quilômetro 90 da DF 001, o tempo começou a ganhar um aspecto diferente, começou a ficar nebuloso e a esfriar. Quanto mais andávamos mais o tempo se fechava e a neblina ficava mais densa, o frio parecia não ser real para o mês, porque próximo à primavera o calor é predominante nessa região.
Quando começamos a nos aproximar da BR 080 onde fica a "Curva da Morte", a neblina era tão intensa que não víamos quase nada. Achei estranho e tentei acordar os bêbados sonolentos que estavam comigo. Após uns sacolejos, Vila acordou assustado com a escuridão, preocupado sacolejou Zete, este com os olhos esbugalhados com a escuridão que se encontrava ficou em pavor. Zete tentou acordar Tiele que se encontrava no banco de trás, mas este só encostou-se na porta lateral do carro e ficou em seu sono profundo. Com a intensidade da neblina, o medo foi tomando conta da gente, acelerei o máximo para tentar sair da escuridão, mas não podia arriscar. A neblina ficava cada vez mais densa e parecia que a gente não saia do lugar. Quando chegamos próximo à curva, apareceu um foco de luz dentro da neblina e esta nos guiou. Quando chegamos perto, em meio a luz tinha um vulto de uma pessoa.
A luz ficava em sua volta, era brilhante e quanto mais a gente se aproximava mais claro ficava em meio à neblina, e o vulto ficava mais nítido. Não tinha controle sobre a velocidade do carro, pois estávamos indo direto para a luz sem qualquer domínio. Quando o vulto foi ficando nítido, observamos que se tratava de uma mulher, o brilho em sua volta mostrava que estava com um vestido branco, com detalhes em renda, um vestido que não se encontra em loja, vestido de noiva feito por encomenda, coisa de tia ou mãe caprichosa para um casamento especial. Cada vez mais próximo, o medo tomava conta, o arrepio dos cabelos, o frio tocava os ossos, olhos esbugalhados, sem palavras, só olhares tensos e assustados. Em um movimento lento a mulher levantou a mão, como se pedisse para parar, ficamos sem saber o que fazer: Parar? Tentar acelerar? Sair dali de qualquer forma?... Havia poucos segundos para tomar a decisão. Mas qual?
Ao ficar diante da tal mulher, esta levantou a cabeça, seu rosto apareceu entre seus cabelos longos e pretos, mostrando seus olhos grandes e tristes e os fixou em nossa direção. O que fazer? Como fazer? Qual a saída? O medo era enorme, a neblina intensa, o frio, o arrepio, movimentos limitados como se ficasse preso na tristeza dos olhos dela, tudo girava, tudo acontecia em segundos, em um movimento de alta defesa ou de reação instantânea consegui continuar acelerando o carro, passamos da mulher, mas o carro não conseguia desenvolver velocidade. Em certo momento sentimos que a deixamos para trás, mas quando olhei pelo espelho interno do carro ela estava sentada no banco de trás, entre meus amigos, de braços abertos como se fosse abraçá-los, gritei tentando avisá-los, mas parecia que eles não a viam. Meu amigo do banco de passageiro conseguia vê-la e tentava pular do carro, eu tentava puxá-lo de volta.
Por instantes o desespero tomou conta de todos nós, até o sonolento acordou procurando o que estava acontecendo e começou a falar coisa com coisa. Suas palavras estranhas saiam sem controle: “Quando passar por aqui sempre dê carona quando solicitado, nunca deixe alguém na beira da estrada no frio”, “Se não parar eu entrarei e seguirei viagem, é só olhar o espelho interno que estarei em sua companhia”, “Se parar poderá seguir viagem em paz, pois considero uma carona”.
De repente saímos da neblina, o céu estava claro com uma lua enorme e muitas estrelas, o tempo voltou ao normal e o clima confortável. Tudo estava como antes, menos meus amigos que estavam com uma expressão de que nada tinha acontecido, tentei falar sobre o assunto, mas nada os faziam lembrar-se do ocorrido, apenas diziam: "Você bebeu muito e ainda confiamos você dirigindo. Isto que nos deixa com medo".
Muitas são as histórias da curva da morte, acidentes, carros saindo da estrada, sonolência repentina, neblina, aparições de animais repentinamente na pista... mas o que é estranho, é que todos os envolvidos nos acidentes esquecem o que realmente aconteceu ou não sabem quem causou o acidente. Então, ao passar nestas rodovias que se encontram na curva da morte, fiquem atentos entre a DF 001 km 90 e a BR 080 km 02. São em noites enluaradas, ou às vezes chuvosas, quentes ou frias. Não tem uma noite determinante em si, somente o inesperado. E que todos tenham uma única certeza: isto ainda não parou de acontecer.
Quando começamos a nos aproximar da BR 080 onde fica a "Curva da Morte", a neblina era tão intensa que não víamos quase nada. Achei estranho e tentei acordar os bêbados sonolentos que estavam comigo. Após uns sacolejos, Vila acordou assustado com a escuridão, preocupado sacolejou Zete, este com os olhos esbugalhados com a escuridão que se encontrava ficou em pavor. Zete tentou acordar Tiele que se encontrava no banco de trás, mas este só encostou-se na porta lateral do carro e ficou em seu sono profundo. Com a intensidade da neblina, o medo foi tomando conta da gente, acelerei o máximo para tentar sair da escuridão, mas não podia arriscar. A neblina ficava cada vez mais densa e parecia que a gente não saia do lugar. Quando chegamos próximo à curva, apareceu um foco de luz dentro da neblina e esta nos guiou. Quando chegamos perto, em meio a luz tinha um vulto de uma pessoa.
A luz ficava em sua volta, era brilhante e quanto mais a gente se aproximava mais claro ficava em meio à neblina, e o vulto ficava mais nítido. Não tinha controle sobre a velocidade do carro, pois estávamos indo direto para a luz sem qualquer domínio. Quando o vulto foi ficando nítido, observamos que se tratava de uma mulher, o brilho em sua volta mostrava que estava com um vestido branco, com detalhes em renda, um vestido que não se encontra em loja, vestido de noiva feito por encomenda, coisa de tia ou mãe caprichosa para um casamento especial. Cada vez mais próximo, o medo tomava conta, o arrepio dos cabelos, o frio tocava os ossos, olhos esbugalhados, sem palavras, só olhares tensos e assustados. Em um movimento lento a mulher levantou a mão, como se pedisse para parar, ficamos sem saber o que fazer: Parar? Tentar acelerar? Sair dali de qualquer forma?... Havia poucos segundos para tomar a decisão. Mas qual?
Ao ficar diante da tal mulher, esta levantou a cabeça, seu rosto apareceu entre seus cabelos longos e pretos, mostrando seus olhos grandes e tristes e os fixou em nossa direção. O que fazer? Como fazer? Qual a saída? O medo era enorme, a neblina intensa, o frio, o arrepio, movimentos limitados como se ficasse preso na tristeza dos olhos dela, tudo girava, tudo acontecia em segundos, em um movimento de alta defesa ou de reação instantânea consegui continuar acelerando o carro, passamos da mulher, mas o carro não conseguia desenvolver velocidade. Em certo momento sentimos que a deixamos para trás, mas quando olhei pelo espelho interno do carro ela estava sentada no banco de trás, entre meus amigos, de braços abertos como se fosse abraçá-los, gritei tentando avisá-los, mas parecia que eles não a viam. Meu amigo do banco de passageiro conseguia vê-la e tentava pular do carro, eu tentava puxá-lo de volta.
Por instantes o desespero tomou conta de todos nós, até o sonolento acordou procurando o que estava acontecendo e começou a falar coisa com coisa. Suas palavras estranhas saiam sem controle: “Quando passar por aqui sempre dê carona quando solicitado, nunca deixe alguém na beira da estrada no frio”, “Se não parar eu entrarei e seguirei viagem, é só olhar o espelho interno que estarei em sua companhia”, “Se parar poderá seguir viagem em paz, pois considero uma carona”.
De repente saímos da neblina, o céu estava claro com uma lua enorme e muitas estrelas, o tempo voltou ao normal e o clima confortável. Tudo estava como antes, menos meus amigos que estavam com uma expressão de que nada tinha acontecido, tentei falar sobre o assunto, mas nada os faziam lembrar-se do ocorrido, apenas diziam: "Você bebeu muito e ainda confiamos você dirigindo. Isto que nos deixa com medo".
Muitas são as histórias da curva da morte, acidentes, carros saindo da estrada, sonolência repentina, neblina, aparições de animais repentinamente na pista... mas o que é estranho, é que todos os envolvidos nos acidentes esquecem o que realmente aconteceu ou não sabem quem causou o acidente. Então, ao passar nestas rodovias que se encontram na curva da morte, fiquem atentos entre a DF 001 km 90 e a BR 080 km 02. São em noites enluaradas, ou às vezes chuvosas, quentes ou frias. Não tem uma noite determinante em si, somente o inesperado. E que todos tenham uma única certeza: isto ainda não parou de acontecer.
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Olá a todos os internautas do Terror e Medo A+
Creio que não seja necessário escrever muito, pois as imagens falam por si.
Percebam que o suposto "vestido" da Minnie na verdade é um pênis que mickei esta abrasando
Olhem com atenção...
as imagens falam por sí
Creio que não seja necessário escrever muito, pois as imagens falam por si.
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mulher boca rasgada
AAAA Saudades do Japão né ? Então vou deixar o assunto com minha colaboradora que entende mais do lado de lá ;) Bjuss Raquel
Oi gentee! :DDD
É, eu sei que fiquei desaparecida por um tempinho mas agora estou de volta e cheia de vontade de postar coisinhas por aqui ^^
O tema de hoje é "Lendas Urbanas", mais especificamente lendas urbanas japonesas. Então vamos lá.
Como em qualquer outra parte do mundo, o que não falta no Japão são lendas urbanas dos mais diversos tipos.
Algumas engraçadas, outras nem tanto, mas todas (ou pelo menos as que irei postar de hoje em diante) muito populares. É claro que a maioria varia de província pra província, mas em geral o enredo principal é sempre o mesmo.
Então, se você se interessou e tomou curiosidade pelo assunto, dê uma olhadinha neste post. Vamos começar nossa sequência de lendas urbanas japonesas com a talvez mais famosa de todas: a Kuchisake onna, ou, traduzindo livremente para o português, a "Mulher da boca rasgada" ou "Mulher Rasga-Bocas".
Onde começou
A lenda da Kuchisake Onna nasceu entre os anos de 1978 e 79 e se propagou rapidamente pelo Japão. Tamanha fora sua repercussão que em alguns estados ocorreram incidentes relacionados a ela.
Em 2004 a lenda alcançou até mesmo a Coréia.
Há quem diga que o estado que originou a lenda foi Gifu, outros que foi Aichi, mas existe uma terceira tese de que tudo tenha começado em Shiga, na cidade de Shigaraki. (nota: TENSO. Eu morava em Shiga, numa cidade logo do lado ç.ç')
A Lenda
Muito bem, chegando até aqui você deve estar se perguntando "mas como é essa tal lenda, afinal de contas?". Bem, segundo contam, uma mulher trajada em vestes vermelhas como sangue e usando uma máscara (semelhante àquelas que as pessoas usaram na época em que a Gripe Suína estava mais "em alta") aparece na rua no horário em que as crianças estão voltando da escola e, simplesmente as aborda, perguntando "Eu sou bonita?". Se a criança responde que "sim" ela tira a máscara e pergunta "Mesmo assim?", revelando sua boca deformada, rasgada de orelha a orelha. Se a criança responde "não", ela mata a criança, esfaqueando-a (ou, dependendo da região, conta-se que ela usa uma foice para rasgar a boca de sua vítima).
Na Coréia, a lenda diz que 3 moças aparecem nas portas das casas durante noites de tempestades de neve e perguntam "Qual das três é mais bonita?". Se a pessoa escolhe uma, é morta pelas outras duas. Todas as três têm bocas rasgadas.
Como a lenda nasceu
Há várias suposições de como essa lenda possa ter nascido.
Uns dizem até que ela originou-se em verdade na Coréia e passou a ser contada tempos depois no Japão através de imigrantes.
Mas entre os que defendem que a lenda tenha nascido no Japão, alguns dizem que a Kuchisake onna nasceu através de outras lendas, que foram se modificando até adotar as características atuais.
Outras dizem que ela foi uma fugitiva de um hospício em Gifu, na década de 70. Segundo essa teoria, uma interna do hospício da cidade de Ogaki escapava de noite e saía pela rua com a metade inferior do rosto totalmente pintada de batom, assustando algumas pessoas com quem esbarrava pelas ruas. Entretanto, no anos 90 a hipótese de que a moça fosse interna de hospícios foi praticamente desmentida, e a nova teoria seria a de que a origem da lenda tivesse algo haver com erros médicos em clínicas cirúrgicas.
Dezenas de suposições à parte, um ponto todas possuem em comum: a de que o estado em que a lenda se originou seja Gifu.
Entretanto, em livros relacionados ao folclore japonês, uma terceira teoria é levantada. Nela, contam que uma moça de Shigaraki (Shiga) chamada Otsuya foi a "modelo" do que mais tarde viria a ser a Kuchi-sake onna. Ela foi vista certa noite com uma cenoura em formato de lua minguante na boca (o que de longe teria parecido uma boca anormalmente grande, ou nesse caso, rasgada) e um boneco de cêra em mãos praticando um ritual e, à partir daí, pessoas passaram a contar o que alguns anos mais tarde seria a lenda como é contada até hoje.
A aparência
Algumas características variam conforme a província.
Em Edogawa, na província de Tokyo, contam que ela possui um guarda-chuva vermelho e que consegue voar com ele. Já em Oushi(??), também em Tokyo, dizem que ela usa um casaco branco, assim como as botas que calça. Em Yaoushi ou Kokubunji suas vestes são relatadas como kimono e ela usa óculos. Em Tamagawa descrevem sua aparência como desleixada e suja.
Dizem também que:
- Possui 130 dentes e consegue matar crianças com suas mordidas facilmente.
- Os olhos são como os de uma raposa e a voz como a de um gato.
- Já houve quem dissesse que sua altura passava dos 2m.
- Veste-se toda de vermelho, inclusive os sapatos de salto.
- Veste-se de branco, pra que o sangue respingado de suas vítimas impregne suas roupas, como uma amostra de seu terror.
- Corre a mais de 200 km/h e pode alcançar qualquer um que fugir de seus ataques, mesmo que a pessoa esteja "motorizada".
- Usa um machado como arma.
E etc e etc...
Métodos para escapar da Kuchisake onna
Existem várias maneiras. Segue abaixo as mais contadas:
~ Por objetos ~
- A Kuchisake onna adora Bekkouame (uma bala feita basicamente de açúcar queimado, semelhante ao caramelo quando endurece). Se a vítima atirar-lhe esta bala, ela esquece de atacar e dedica-se apenas a saboreá-la, o que dá a brecha para que possa fugir.
- Mostrar Tofu a faz fugir.
- Mostrar ou atirar pomada nela a repele.
~ Por palavras ~
- Quando ela lhe perguntar "Eu sou bonita?" diga "mais ou menos". Enquanto ela avalia o quão bonita significa essa resposta a pessoa pode fugir.
- Dizer 'ninniku, ninniku' (alho alho).
- Gritar três vezes 'pomada!'.
- Escrever 'inu' (cachorro) na palma da mão e mostrar a ela a repele. Ou então, dizer duas vezes 'o cachorro vem aí'.
E etc e etc...²
Se você achou que essa história toda de Kuchisake onna é só mais uma besteira escolar que crianças inventam, pense duas vezes.
Em Fukushima, carros de patrulha foram chamados diversas vezes por pessoas que, amedrontadas, diziam ter avistado a Kuchisake onna. Naturalmente, ao chegarem no local, os policiais não encontravam nada e perdiam tempo à toa. Em Hokkaidou o medo das crianças era tão grande que elas só voltavam para casa em grupos organizados. E, no país todo, crianças eram detidas na diretoria por levarem as balas de caramelo escondidas nos bolsos (no Japão é expressamente proibido levar doces e mais uma pequena lista quilométrica de objetos à escola por conta própria).
E, como não podia deixar de ser, em 2007 saiu o filme "Kuchisake Onna" no Japão, que um ano depois ganhou a continuação e, em 2008, ganhou a terceira parte, que na verdade é a explicação de como tudo se iniciou.
Abaixo você pode assistir o trailer dos dois.
E aí? Gostaram dessa lenda? Logo logo tem mais por aqui hein. :P
Beijos a todos e espero que tenham gostado do meu post de ressurreição aqui no blog xD
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Loira do Banheiro
Esta e uma lenda brasileira que rola na maioria dos banheiros de escolas.E a historia de uma menina que morre e comessa a assombrar os banheiros de todas as escolas.(tambem conhecida como mulher do algodao, big loira e loira do banheiro)
Uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos de idade sempre planejava maneiras de matar aula .Uma delas era ficar no banheiro da escola esperando o tempo passar .Porem um dia aconteceu um acidente, a menina escorregou e bateu a cabeça no vaso sanitario e entrou em coma, depois de alguns segundo ela morreu.Mesmo sem a permisao dos pois os medicos fiseram uma autopsia para saber de que a menina morreu.A alma da menina não conformada com seu fim trágico e prematuro.Sua alma não quis descansar em pais e passou a assombrar os banheiros das escolas.Muitos alunos juraram ter visto uma menina loira vagando pelo banheiro com algodoes no naris para evitar que o sangue escorra.A segunda versao desse acontecimento e que uma loira foi enforcada numa escola .depois de 1 ano na mesma escola foi visto a mesma menina loira matando alunos.A loira junto com sua filha ainda hoje assombram os banheiros das escolas deixando sua marca deixando a água do banheiro vermelha de sangue.Ela e uma mulher alta e palida,vestida de branco,e com algudão na boca,no nariz e nas orelhas.
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